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quinta-feira, 1 de março de 2012
Fotos de garotas e mulheres com tatuagem –
para aqueles que apreciam e gostam de mulheres e garotas com tattoos defloral, tigre, animal, estrelas, tribal, fantasia, indígenas, oriental, flores, rosas, coração, caveira, escorpião, borboletas, lua, sol, dragão, fadas, anjos, bruxas, serpentes, samurais, asteca, old school, etc, segue abaixo banco de imagens contendo tipos de tatuagens para todos os gostos, sejam eles femininos ou não.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Ás vezes pensamos coisas que não são de nossas indoles, porisso devemos nos retratar com pequenas coisas porque não sabemos o quanto isto pode nos fazer falta no futuro.
a vida é tão bela, que ás vezes nem damos valor, pensamos que tudo que esta ao nosso redor, esta contra nós, mas não é assim tudo tem a vez,não devemos nos preocupar com pequenas coisas, devemos nos preocupar com o futuro que não sabemos o que poderá acontecer.
a vida é tão bela, que ás vezes nem damos valor, pensamos que tudo que esta ao nosso redor, esta contra nós, mas não é assim tudo tem a vez,não devemos nos preocupar com pequenas coisas, devemos nos preocupar com o futuro que não sabemos o que poderá acontecer.
Praia
Ficar um pouco sozinha as vezes é prazeroso
Quando queremos ficar sozinha um pouco para pensar o quanto a vida é prazerosa, e como ela pode trazer benefícios para o nosso bem estar.
A vida é bela, e tudo aquilo que está ao nosso redor.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
OS 50 MELHORES ROCK DO MUNDO
EM 50- Chuck berry

49- Bob Dilan

48- Rolling Stones

47- Elvis Presley

46- beatles

45- james Brown

44- Jimi Hendrix

43- Marvin gaye

42-jerry lee Lewis

41- Stive wonder

40- guns n´Roses

39- the Doors

38- the Who

37- Black Sabbath

36- Bad company

35- Korn

34- Alice cooper

33- AC/DC

32- Van halen

31- Ramones

30- Nirvana
49- Bob Dilan
48- Rolling Stones
47- Elvis Presley
46- beatles
45- james Brown

44- Jimi Hendrix
43- Marvin gaye

42-jerry lee Lewis
41- Stive wonder
40- guns n´Roses
39- the Doors
38- the Who

37- Black Sabbath

36- Bad company
35- Korn
34- Alice cooper

33- AC/DC
32- Van halen
31- Ramones

30- Nirvana
Caleb Followill diz que Kings of Leon nunca quis ser banda indie
O cantor e guitarrista do Kings of Leon, Caleb Followill, em show da banda no Festival SWU, em Itu (10/10/2010)
O músico não gosta de bandas da moda e diz que seu grupo sempre tentou alcançar a longevidade em vez da credibilidade indie.
Ele disse à revista Rolling Stone: "eu odeio os malditos modernos. Todo mundo fala sobre indie isso, indie aquilo, mas você quer mesmo ser uma daquelas bandas indies que fazem dois discos e depois desaparecem? Isso é simplesmente triste. Quando assinamos contrato com nosso empresário, todos dissemos que queríamos ter uma carreira digna de um caixa de álbuns. Seremos com prazer a próxima geração de bandas que não vão desaparecer".
O grupo norte-americano teve sucesso em sua terra natal com seu quarto disco, "Only By The Night", para o qual Caleb admitiu que a banda não estava conscientemente tentando fazer grandes hits.
Ele disse: "os três primeiros álbuns não foram nem próximos do que achávamos que seriam. Achei que nosso segundo disco seria aquele que atrairia todo mundo e faria todos pensarem: 'certo, esses caras realmente mais do que simplesmente bigodes'. No quarto trabalho nós não nos importamos, queríamos apenas fazer o disco que bem entendêssemos. Ele é o que é, uma situação boa para todo mundo: se for grande e estourar nos Estados Unidos, então ótimo. Mas, se não estourar, as coisas não podem ficar piores do que já estão".
Caleb Followill
O Kings Of Leon é dessas bandas americanas que só fazem sucesso na Inglaterra, o que pra alguns é sinal de mediocridade, pobreza, falta de colhões, e pra outros é a incontestabilidade do talento e da vanguarda. Afinal, a Inglaterra tem os Sex Pistols e os EUA, a Britney Spears.

A coisa indie, a estética que hoje, como me ensinou um garoto de 15 anos, explode distorcida numa tribo autodenominada não por acaso de “from UK”, tem na Inglaterra o seu reduto, a alternativa do pensamento inglês de se expressar longe da bizarrice capitalista que tanto caracteriza os Estados Unidos – e não tem vergonha em transformar qualquer arroto na voz mais bem paga da indústria do entretenimento –, se protegendo no chavão de que o que é bom é para poucos (tomando como parâmetro dimensões geográficas).Kings Of Leon vem nesse embalo, assim como seus compatriotas da pop Scissors Sisters, que alegam não fazer sucesso na terra natal por serem “abertamente gays”. Entretanto, o KOL não é gay, muito pelo contrário, são mocinhos do interior, filhos de um pastor evangélico, que cresceram tocando em igrejas, cujos álbuns sempre trazem alguma referência à sua história religiosa e seu som tenta, ou tentava aludir às tradições do homem conservador, de família, “do campo”. Teria a Inglaterra se rendido à América conservadora ou os rapazes do KOL é que não são exatamente o que parecem ser?


Eu confesso que achava a pinta de moçoilos interioranos e antiquados bem sexy, numa declarada banalização do que é conservador. Hoje um homem tradicional desceu ao nível do fetiche e sobrevive sendo um objeto. É quase como o que me leva a ter um tesãozinho pelo Serj Tankian e sua ascendência de homem-bomba, e até pelo grotesco Kid Rock, e até pelo Chorão. Homens-machões, homens-objeto. É como chupar Mahmoud Ahmadinejad pra depois jogá-lo de comida aos poodles.

Mas aparência é só aparência, e, embora o histórico dos rapazes do KOL, eles se mostraram até bem fofinhos. Meio safadinhos, mas fofinhos. Tanto que há quem diga que não passem de uma boy band disfarçada. Não por acaso, todas as faixas dos seus primeiros álbuns foram escritas pelo produtor Angelo Petraglia, e tudo nos meninos, dizem, é muito bem dirigido. Talvez a mudança drástica no visual e no som do último disco, Only by The Night (2008), pra enfim conquistar os EUA, seja um sinal claro disso. O álbum traz um abismo de estilo do primeiro, Youth and Young Manhood (2003), que flertava mais com o “country rock”. Agora estão mais pops, mais urbanos, mais Nova York e Londres ao mesmo tempo. Isto não é ruim, o álbum é ótimo, não me canso de ouvir. Closer, Use Somebody e Sex on Fire são canções fantásticas, mas é como se fossem de outra banda, tão distantes de Red Morning Light e Wasted Time. E os meninos, antes bigodudos, cabeludos, botas de cowboy, agora são lisos, sarados, tchutchucos.

Caleb é o vocalista e um dos guitarristas. Tem uns agudos meio bizarros, mas conquista pela beleza desajeitada e até pelo encanto do seu olhar ingênuo e vesguinho. O cara cata umas minas aí, é fotografado bebendo, canta umas safadezas vez em quando, uns trocadilhos com a palavra “pistol”, mas é lindo, num sentido mais amplo da palavra. E já é um rockstar. O álbum de estréia foi tido pela imprensa inglesa como um dos dez melhores dos últimos dez anos (tipo assim, desde os Strokes, rs), sua banda ganhou o adjetivo de “notável” do pegador Elton John, que adora flertar com mocinhos maus (cadê o Eminem, falando nisso?), e excursiona com gente de peso como U2 e Bob Dylan, além de ser citada como uma das favoritas de super cults como Chrissie Hynde, do Pretenders. Não precisa de mais nada, né? Ê, lá em casa!
Caleb è o maxima eu adoro ele.
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